1986, Aracaju/SE. Vive e trabalha no Rio e Janeiro e Sergipe.
Alan Adi tem as raízes de suas obras fixadas no nordeste, encontrando solo fértil na formação da sociedade brasileira, trazendo temas como migração, economia, história e educação. Suas recentes participações artísticas são: Sobre os ombros de gigantes, Galeria Nara Roesler, curadoria de Raphael Fonseca (2021); Por ser de Lá, Galeria Superfície, texto de Ana Maria Braga (2019); Bienal do Barro, Fábrica Caroá (PE), curadoria de Márcio Harum (2019); Tradição?!, Palácio-museu Olímpio Campos (2019); Prêmio Indústria Nacional MarcantonioVilaça, VII Edição, MAB-FAAP/SP, curadoria Marcus Lontra (2019); À Nordeste, Sesc 24 de Maio/SP; curadoria de M. Campos, C. Diniz e B. Cassundé (2019); Lado B, Sesc Belenzinho/SP; curadoria de Chico Dub (2019).
